segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Castelo de Leiria





O Castelo de Leiria foi mandado construir por D. Afonso Henriques, como forma de estabelecer uma linha defensiva contra os árabes, mas as suas guerras com a Galiza fizeram com que os árabes aproveitassem a deslocação dos exércitos do Condado Portucalense para o norte, para, por duas vezes, conseguirem apoderar-se de Leiria. Em 1142, depois de reconquistar definitiva Leiria, D. Afonso Henriques, mandou reforçar a as defesas do castelo e D. Sancho I, já por volta de 1195, mandou erguer as muralhas da cidade.   A importância desta cidade foi crescendo, tornando-se palco de actos importantes, como a reunião das primeiras cortes, convocadas por D. Afonso III, foi residência de D. Dinis e da rainha Santa Isabel, nova reunião de cortes no reinado de D. Fernando e D. JoãoI, celebra ali o casamento do seu filho D. Afonso, e também lançou os trabalhos de construção do novo Paço da Rainha.   Ao longo dos séculos o castelo foi perdendo progressivamente o valor militar e durante as invasões francesas foi bastante danificado, só em finais do século XIX, por iniciativa dos Amigos do Castelo, foram iniciadas obras de restauro e no início do século XX, foi classificado como Monumento Nacional.   Obras de recuperação deste monumento foram sendo executadas ao longo do século XX, algumas desfizeram trabalhos anteriores, considerados pouco rigorosos e ainda em 1990, foram realizadas intervenções.   O castelo foi construído sobre uma planta poligonal irregular, com sólidas muralhas e torres, tem no interior o Paço Real, a Igreja de Santa Maria da Pena e a Torre de Menagem.

domingo, 15 de novembro de 2015

Pray for Paris

Mais uma vez, assistimos em directo a mais um massacre a pessoas inocentes que estavam no sítio errado à hora errada!! Onde é que isto vai parar??!! E quando irá parar??!!
Vamos todos orar, não só em memórias das vítimas, mas ao Mundo inteiro para que se viva em harmonia com todos!!
 #prayforparis


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Visite Leiria e Descubra



Fonte: YouTube

Museu de Leiria abre portas no domingo

Novo Museu de Leiria abre portas domingo. Conta com importantes reservas e colecções de carácter multidisciplinar, nomeadamente, o acervo do antigo museu regional de Leiria, a reserva de arqueologia e colecções de arte municipais
No dia 15 de Novembro, precisamente na data em que se celebra o 98.º aniversário da criação do Museu Regional de Obras de Arte, Arqueologia e Numismática de Leiria, por decreto estatal, abre portas o novo Museu de Leiria.
Mais do que um equipamento vocacionado para a mostra de colecções e curiosidades, o novo espaço pretende ser um local de afirmação da identidade da região, uma âncora para os investigadores e um ponto de divulgação e realização de eventos de índole cultural.
Foi preciso um investimento total 2.8 milhões de euros, com comparticipação do Feder de 2.4 milhões de euros e um apoio do Programa Integrado do Turismo de 63.9 mil euros, para recuperar e adaptar o antigo convento de Santo Agostinho, cuja igreja foi começada a construir em 1577, sob ordens de D. Frei Gaspar do Casal.
O resultado é um museu que conta com três núcleos principais, ordenados segundo ordem cronológica, sendo o primeiro dedicado à ampla região onde Leiria se insere e os seguintes afunilam o seu escopo até focarem a atenção no castelo e no futuro do espaço geográfico.
Pensado para acolher exposições de longa e curta duração, baseadas no acervo que consta das reservas museológicas, o museu tem uma área de reserva, com equipamentos que mantêm as colecções sob condições climáticas controladas, outra de conservação e restauro, serviço educativo, núcleo de investigação/sala polivalente/auditório e um centro de documentação, destinado a investigadores.
Quando Tito Larcher e outros cidadãos da cidade se juntaram para criar o primeiro museu estavam longe de imaginar o tempo e o processo conturbado que seria a instalação definitiva do equipamento na sua actual casa.
Viagem pelo tempo
O visitante entra pela antiga porta principal do convento, virada para a rua Tenente Valadim. Lá dentro, um pequeno pátio foi transformado em bilheteira. Uma porta à direita dá acesso ao claustro em tons de azul e amarelo e ao elevador para deficientes motores.
Em frente, uma escadaria leva os restantes visitantes ao primeiro andar e ao início do circuito. No chão, um trilho e, nas paredes, sinalética em Braille guiam cegos e amblíopes. Há ainda um vídeo-audio guia com informações completas sobre as zonas visitadas.
Após pagar o ingresso que custa cinco euros e dá acesso também ao Museu do Moinho do Papel, ali ao lado, a primeira sala no andar superior é a de uma exposição de longa duração sobre Leiria e a região que a envolve.
A visita é uma verdadeira viagem no tempo até há 200 milhões de anos, quando a região e Portugal integravam as ilhas Variscides, actuais Armórica e Península Ibérica. Desses tempos, estão expostos vários achados arqueológicos encontrados na mina de carvão da Guimarota, quando a zona era uma luxuriante floresta tropical de araucárias.
Ali podemos ver o maxilar de um grande crocodilo, com mais de dez metros, e dentes de pequenos roedores, como o Henkelotherium guimarotae, que é o mais importante achado científico deste núcleo. De salientar que os objectos seleccionados por 14 consultores, de entre 40 personalidades consultadas, servem para ilustrar a “identidade leiriense”.
A viagem leva-nos a avançar mais 50 milhões de anos e o pântano e floresta tropicais dão lugar a um rio em formação. Outro salto no tempo depois e, há um milhão de anos, assistimos à chegada dos primeiros antepassados humanos.
A espiral temporal não pára e eis que chegamos há 29 mil anos, quando o xamã de uma tribo dehomo sapiens se prepara para enterrar uma criança, no vale cársico em cujos extremos, um dia, serão edificadas a vila da Caranguejeira e a aldeia de Santa Eufémia.
Num ecrã, podemos ver, a recriação em filme, de como terá sido aquele evento que nos deu o fóssil do Menino do Lapedo. Na parede do outro lado, está uma representação das pinturas rupestres descobertas por Pedro Ferreira, em Outubro de 1998, que haveriam de levar àquele que é o maior achado arqueológico da história do ser humano, na Península.
Na cama ritual usada como sepulcro do menino e na fogueira que aquecia a tribo, os arqueólogos encontraram carvão de pinheiro, elemento unificador desta narrativa.
O espaço seguinte é dedicado ao morro do castelo. Nele é explicado como foi formada a elevação, através da fuga de magma por entre a crosta terrestre, resultando num grande rochedo de dolorite, e que a ocupação humana do local data de há mais de cinco mil anos.
“A partir dos trabalhos realizados entre 2009 e 2012, foram seleccionados nove objectos que mostrassem, além da história do monumento classificado, a do morro”, indica Vânia Carvalho, coordenadora do museu.
Fonte: Jornal de Leiria

Leiria Film Fest

Irão, Iraque, Líbano e Israel estão entre os 56 países representados nas 293 inscrições no Leiria Film Fest (LFF). Até agora contam-se apenas dez candidaturas de realizadores leirienses. Até dia 30 de novembro podem concorrer ao festival curtas-metragens, com duração máxima de 10 minutos, nas categorias de ficção, animação e documentário.
“Estes números já ultrapassaram em muito as inscrições das últimas edições do festival. Em média recebíamos cerca de 120 filmes de 15 países”, afirma Bruno Carnide, realizador leiriense e um dos dois organizadores do festival. O LFF, admite, "começa a tomar uma dimensão maior".
Esta terceira edição marca o regresso do LFF após um ano de interrupção, por falta de apoios. “O ano de interregno só nos trouxe coisas boas”, reforça Bruno Carnide, ao mesmo tempo que destaca os apoios da Câmara Municipal de Leiria e do jornal REGIÃO DE LEIRIA em 2015.
O Leiria Film Fest realizar-se-á nos dias 18 e 19 de março no Teatro Miguel Franco, em Leiria. Estão previstas sessões competitivas, não competitivas, masterclasses e uma gala para de entrega dos prémios.
Antes da terceira edição do LFF, destaque para a retrospetiva das últimas duas edições, a exibir em janeiro de 2016 na Índia, no Mumbai International Film Festival.
As candidaturas terminam dia 30 de novembro e são feitas exclusivamente online, através do site do festival: www.leiriafilmfest.com.
Fonte: Região de Leiria

Magustos e Festival das Sopas

O fim de semana está à porta começa já amanhã sexta-feira e acaba no domingo, e não sabe o que irá fazer ou para onde ir, então nós damos-lhe já algumas dicas, para ir pensando, é só escolher entre Castanhadas ou Magustos e Festivais da Sopa.














Fonte: Região de Leiria

Divirta-se e boas Descobertas!!!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Como Chegar até Leiria

Fonte: Google

De automóvel

Se se desloca do Sul, a melhor forma é seguir pela Auto-Estrada A1 na direcção "Norte" ou pela Auto-Estrada A8 na direcção "Norte" e sair na primeira saída para "Leiria Sul".

Se vem do Norte, vindo pela A1, deve sair na única saída para "Leiria". Caso utilize as Auto-Estradas A29 e A17, siga na direcção "Sul" e utilize a segunda saída para "Leiria Sul".

Se vem das Beiras, pode seguir pela Auto-Estrada A23 em direcção a Torres Novas e depois seguir pela Auto-Estrada A1 na direcção "Norte" ou, alternativamente, seguir pela Auto-Estrada A25 em direcção a Aveiro e depois seguir pela Auto-Estrada A1 na direcção "Sul".


De autocarro

Leiria é servida por boas ligações através da rede de expressos e a estação rodoviária localiza-se no centro da cidade, fazendo desta uma excelente alternativa para chegar a esta cidade.



De comboio
Se decidir por este meio de transporte e vier do Sul, apanhe a linha do Oeste (cerca de quatro horas entre Lisboa e Leiria) e se vier do Norte, apanhe a linha do Oeste (passando pela Figueira da Foz para Leiria ou por Coimbra-B em direcção a Leiria).


Agora é só escolher a melhor alternativa para nos Descobrir.